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SEO Black Hat: o que não aplicar no marketing jurídico?

Equipe Justamente 01/06/22

Entre as práticas de SEO (Otimização para Mecanismos de Busca, em português), as chamadas Black Hat não são vistas com bons olhos, o que significa que elas devem ser evitadas no marketing jurídico.

Tais práticas funcionam como uma forma de ganhar mais posições nos buscadores, principalmente no Google, porém, o meio de chegar a isso não é correto: elas atrapalham o algoritmo, o que é uma forma de trapaça neste meio.

A seguir, saiba mais sobre o que são as técnicas de SEO Black Hat e veja o que você deve evitar nas suas estratégias de marketing jurídico para crescer na internet da forma certa.

O que é SEO Black Hat?

No marketing digital, a sigla SEO representa o conjunto de práticas que otimizam um site para que ele seja identificado pelos mecanismos de busca e ganhe boas posições nas páginas de resultados. Dessa forma, a página ganha mais acessos, o que contribui para o seu crescimento e desenvolvimento do negócio.

Entre essas práticas, há as conhecidas como Black Hat, que envolvem algumas estratégias para driblar os algoritmos dos buscadores. Tratam-se de ações irregulares, que enganam o Google para chegarem a boas posições.

Apesar de realmente atingirem bons resultados, o Google pode penalizar os sites que atuam com esse tipo de prática, fazendo com que as boas posições sejam perdidas ou até mesmo retirando a indexação (isto é, tirando o conteúdo da página de resultados).

Assim como o White Hat SEO, o Black Hat remete a “chapéu preto”, usado pelos vilões de filmes de faroeste, antigamente. A alusão se dá na comparação do vilão com as práticas desonestas em busca de bons resultados, burlando as regras existentes.

Por que evitar as práticas Black Hat SEO?

Se as práticas de SEO Black Hat dão bons resultados, por que não utilizá-las? Podemos destacar dois motivos para evitar essa estratégia.

O primeiro deles é a concorrência desleal. Há diversos escritórios que atuam na mesma área que a sua e que, assim como você, utilizam técnicas de SEO para conseguirem destaque e boas posições no Google.

Ao usar práticas que enganam o buscador e servem como uma trapaça, você não deixa seu concorrente em desvantagem apenas pela qualidade do uso das técnicas, mas também pelo seu uso inadequado.

O segundo motivo é que você corre o grande risco de ter um resultado totalmente contrário do que é esperado. Tentando driblar os algoritmos do Google, você pode ser penalizado pela empresa.

Ao mesmo tempo em que você pode simplesmente perder posições e ficar bem longe da primeira página de resultados do buscador, você também pode ter seus conteúdos retirados do mecanismo de pesquisa. Ou seja, seus acessos orgânicos serão drasticamente reduzidos, já que os usuários não encontrarão seu site pelo buscador.

Além disso, outra desvantagem é que essas práticas podem ser identificadas com facilidade pelos algoritmos do Google, uma vez que eles são inteligentes. Portanto, vale a pena evitar o Black Hat e investir em técnicas que realmente podem trazer resultados, como o White Hat.

Quais ações Black Hat não aplicar no marketing jurídico?

Para trabalhar corretamente com as práticas de SEO e ter bons resultados de forma justa e sem correr o risco de levar punições, é interessante saber quais, de fato, são as práticas Black Hat, para evitá-las no seu marketing jurídico. Veja a seguir.

1. Keyword stuffing

A Keyword stuffing implica na utilização em excesso da sua palavra-chave no conteúdo produzido. É verdade que a palavra-chave deve ser usada no texto, assim como no título e subtítulos. Porém, o exagero não é recomendado.

O mais indicado é usar expressões relacionadas e sinônimos, até para que a leitura seja mais fácil e fluida, sem repetições.

Esse exagero pode gerar penalizações, pois o Google pode entendê-lo como uma estratégia para conquistar posições melhores. Portanto, o ideal é usar as palavras-chave com naturalidade, aplicando-as quando for necessário.

2. Unrelated Keywords

As unrelated keywords (palavras-chave não relacionadas, em português) também fazem parte de algumas das práticas de SEO Black Hat que devem ser evitadas no marketing jurídico.

Algumas pessoas utilizam em seus conteúdos termos que não estão relacionados com o restante do que é escrito, como palavras-chave que estão em alta, por exemplo. São expressões fora do contexto usadas para aumentar as chances de indexação.

Isso não apenas atrapalha a leitura do usuário, que ficará sem entender por que a unrelated keyword está ali, como também gera punições ao site.

3. Conteúdo duplicado

Produzir um conteúdo de valor, autêntico e original é uma das principais técnicas de SEO para conseguir boas posições junto ao Google e outros buscadores.

Em contrapartida, conteúdos repetidos e copiados não são recomendados, pois não dão credibilidade alguma ao seu escritório. Pelo contrário, eles não contribuem para o crescimento da sua autoridade e fazem com que você seja penalizado pelo Google, já que os seus algoritmos identificam a ação.

Caso você queira ter outros conteúdos para se basear, não há problema. Porém, fique longe de cópias e concentre-se em entregar um conteúdo original.

4. Conteúdo oculto

Como o próprio nome diz, a prática de conteúdo oculto consiste em ter um conteúdo que não pode ser visto pelos visitantes do site, mas que, ainda assim, é identificado pelos mecanismos de pesquisa.

Neste caso, os donos de sites podem inserir palavras-chave em tamanhos minúsculos ou com a mesma cor de fundo da tela, o que gera a indexação. Porém, isso não passa batido pelos motores de busca, que podem penalizar o site.

5. Link farm (Fazenda de links)

A link farm consiste na geração de backlinks entre sites. A prática não seria errada se os links tivessem alguma relevância no conteúdo, ou se ainda houvesse, de fato, algum conteúdo relevante.

O que acontece é que vários sites possuem links para outros sites, porém, sem seguir critério nenhum. Isso faz com que os sites que recebem vários backlinks ganhem posições nas páginas de resultados, mesmo com conteúdos fracos.

Apesar disso, a link farm pode ser identificada facilmente, o que acarreta em punições para os sites que usam os links. Por isso, uma alternativa é investir em guest posts – publicações de sua autoria em sites de terceiros, como colegas de profissão.

6. Links pagos

A estratégia de link building é uma das práticas de White Hat que pode ajudar a otimizar o conteúdo e conquistar boas posições nas páginas de resultados. No entanto, é preciso ter cuidado com esses links.

Os links pagos não são vistos com bons olhos pelos algoritmos do Google, e, apesar de não ser tão fácil para eles descobrirem se houve, realmente, algum pagamento ou troca pela linkagem, há uma maneira de descobrir isso.

Algumas vezes, esses links estão fora de contexto. O conteúdo da página que usa o link não tem nenhuma relação com o conteúdo da página para qual o visitante é levado. Essa divergência é suspeita, o que pode resultar em penalizações.

A quantidade de links também tem a ver com o pagamento de links, o que também é suspeito.

7. Spam em comentários

Mais uma entre as práticas Black Hat SEO que devem ser evitadas no marketing jurídico é a inclusão de links em comentários em blogs, fóruns e redes sociais. Trata-se de uma estratégia de link building, mas que não é recomendada.

Colocando links nos comentários, seu site receberá mais indicações, o que ajuda a colocá-lo em melhores posições. Porém, o método escolhido não é o melhor.

A autoridade da página deve ser construída a partir de seus conteúdos relevantes, e não por meio de links colocados em grande quantidade em comentários, sem que ao menos haja alguma relação entre o link e o espaço que recebeu o comentário.

8. Cloaking

Cloaking ou cloaked pages consiste na apresentação de um conteúdo para os leitores e outro conteúdo para os mecanismos de pesquisa, utilizando uma mesma URL.

Neste caso, a página apresentada para os robôs é otimizada, com recursos que a levam a boas posições no Google. Em compensação, a página visitada pelos usuários não tem tanta qualidade assim.

Ninguém sai ganhando quando isso acontece. Os usuários são enganados e têm acesso a conteúdos fracos, e o dono do site acaba penalizado, perdendo as boas posições de antes.

9. Doorway Pages (Páginas de entrada)

Por fim, outra prática Black Hat de SEO para não aplicar no marketing jurídico é o uso de doorway pages. Normalmente, elas são utilizadas para levar os usuários a páginas com conteúdos maliciosos.

São criados diversos sites otimizados em SEO, que realmente conseguem boas posições nos buscadores. Porém, ao clicar no link na página de resultados, o usuário é redirecionado para outra página, cujo conteúdo pode ser malicioso, fraco, de má qualidade ou irrelevante para a pesquisa realizada.

Utilize as técnicas corretas no seu site jurídico!

Como você viu, as técnicas Black Hat SEO devem ser evitadas não apenas no marketing jurídico, mas na divulgação de qualquer outro ramo.

Para ter sucesso com o seu site e alcançar boas posições nas páginas de resultados no Google e demais buscadores, opte pelas práticas White Hat, que são vistas como técnicas limpas e honestas para chegar ao resultado esperado.

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