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Qual a diferença entre tráfego pago e tráfego orgânico no marketing jurídico?

Equipe Justamente 22/03/22

O marketing digital reúne estratégias para trazer visibilidade às empresas na internet, como visitas aos sites e conteúdos do negócio. Em resumo, as interações podem ocorrer a partir do tráfego pago e do tráfego orgânico.

No marketing jurídico, os advogados podem investir nos dois tipos de tráfegos, mas existem regras para criar as campanhas e conteúdos.

Além disso, antes de buscar o engajamento pelo tráfego pago ou orgânico, os profissionais precisam entender as definições de cada um deles. Entenda abaixo quais as diferenças entre eles e como os advogados podem usar as estratégias.

O que é o tráfego pago? Por que investir?

Quando falamos em tráfego pago, estamos nos referindo às visitas geradas a partir do investimento em recursos. Ou seja, campanhas e impulsionamentos contratados para que o site receba mais visitas.

Na prática, o tráfego pago consiste nas visitas originadas de anúncios e propagandas. No marketing digital, as visitas podem gerar leads e, posteriormente, clientes para os serviços oferecidos.

Os pagamentos pelo tráfego são feitos em plataformas como o Google Ads. Nela, os advogados conseguem comprar palavras-chave e ter destaque em pesquisas feitas no Google.

Outra alternativa para contratar o tráfego pago está no sistema de anúncios das redes sociais (Social Ads). Desse modo, os advogados impulsionam publicações para que o público atingido acesse o site e se torne um lead.

Existem ainda outros dois caminhos para obter tráfego: o Native Ads e o YouTube Ads. No primeiro, as plataformas incluem artigos em sites parceiros, enquanto a segunda consiste nos vídeos patrocinados dentro do site de vídeos.

O investimento no tráfego pago pode diminuir o tempo para obter resultados nas estratégias de marketing. Além disso, é possível ter uma noção do desempenho de anúncios e campanhas.

E o tráfego orgânico? Como é gerado?

Para os advogados que não pretendem ter altos custos com campanhas, investir no tráfego orgânico é uma saída. As ações podem ser realizadas com baixo orçamento e gerar autoridade para o escritório.

O tráfego orgânico são as visitas recebidas pelo site sem a interferência de anúncios e campanhas. Dessa forma, os acessos à página foram obtidos de forma espontânea.

Um acesso orgânico pode ser caracterizado quando um usuário está procurando respostas para dúvidas. De acordo com a palavra-chave pesquisada, ele localiza um artigo sobre o tema pesquisado. Assim, o site onde o texto está publicado obteve uma visita orgânica.

Normalmente, o tráfego orgânico direciona o cliente para o site da empresa. Para fazer o procedimento no marketing jurídico, os advogados devem investir em materiais ricos, como ebooks e podcasts.

A criação e publicação de artigos no blog podem trazer tráfego orgânico à página. Mas, os textos precisam ser otimizados com as técnicas de SEO para ter maiores chances de indexação.

Os posts nas redes sociais também geram tráfego espontâneo. Mesmo que haja uma incidência menor de visitas, vale a pena adicionar o link nos posts e descrição das redes.

Os acessos orgânicos surgem de interações em vídeos do YouTube e pela plataforma Google Meu Negócio. Por isso, os escritórios precisam adicionar o endereço do site ou da página dentro desses canais.

Quais as diferenças entre o tráfego pago e o tráfego orgânico?

A principal diferença entre os tráfegos citados está o patrocínio para obter um número maior de visitas. Além disso, os valores variam conforme a plataforma, a estratégia e a campanha desenvolvida.

Outro ponto que distancia os dois tipos de tráfego estão nos resultados obtidos. No tráfego orgânico, o tempo para que os acessos ao site comecem a aparecer pode levar meses. Por outro lado, o tráfego pago permite que os resultados apareçam em menor tempo.

Por último, a visibilidade do escritório pode aumentar em menor tempo com o investimento em mídia paga. O patrocínio de conteúdos pelo Google Ads, por exemplo, facilita o aparecimento do escritório em buscas no próprio Google.

Entretanto, os advogados precisam seguir algumas regras para impulsionar conteúdos, tanto no Google como nas redes sociais. Veja abaixo!

Em qual tipo de tráfego investir no marketing jurídico?

O tráfego pago e o tráfego orgânico são fundamentais para estratégias de marketing digital jurídico. Por isso, o melhor caminho é buscar uma maneira de investir nos dois tipos de visitas.

Em primeiro lugar, o escritório deve observar se há recursos para investir no tráfego pago. Existem diferentes tipos de campanhas e impulsionamentos. Desse modo, é importante avaliar os custos para não afetar o orçamento.

No entanto, os advogados devem atentar-se à publicidade ativa presente nas campanhas de tráfego pago. Os conteúdos não podem trazer trechos que mercantilizam a advocacia ou caracterizam a captação de clientela.

O emprego excessivo de recursos financeiros na compra de mídia paga também é proibido. Essas e outras regras estão disponíveis no Provimento 205/2021. O documento foi desenvolvido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para orientar o marketing jurídico.

Com relação ao tráfego orgânico, os advogados têm maior liberdade. Mas, é fundamental desenvolver conteúdos que informem e eduquem os leitores sobre a área de atuação.

Os profissionais também não podem usar orações persuasivas ou informar os preços de honorários nas publicações. Essas regras valem tanto para o investimento em tráfego pago como no tráfego orgânico.

O que os advogados não podem fazer para gerar tráfego em sites?

A publicidade jurídica possui certas regras, como podemos observar. Por isso, existem práticas que podem gerar penalidades por parte da OAB.

Os conteúdos de campanhas não devem conter trechos que transmitam a ideia de vendas. Entre os termos não recomendados para uso estão “Contrate agora”, “Consulte agora” ou “Faça sua consulta”.

Além disso, os advogados não devem fazer promessas aos clientes nas ações de marketing jurídico, divulgar os valores de honorários e formas de pagamento, e distribuir brindes ou cartões de visita em vias públicas.

Por fim, os profissionais devem seguir a sobriedade e a discrição presentes na advocacia, incluindo o texto de artigos, das redes sociais e dos sites.

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Um caminho para ter visibilidade online está na criação de um site para o seu escritório. A partir disso, você pode direcionar tráfego, pago ou orgânico, para a página.

Sabia que você pode criar uma página para divulgar seus serviços na internet? Na Justamente, os advogados criam um site em menos de 5 minutos. E o melhor: sem precisar pagar nada.

Para começar, faça um cadastro com e-mail e senha. Em seguida, responda perguntas sobre o escritório, como áreas de atuação e serviços jurídicos. Por último, escolha o tema, as cores e fontes do escritório. Conheça o processo completo!

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