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Black Hat SEO: o que é e como funciona?

Equipe Justamente 31/05/22

As estratégias de SEO são fundamentais para negócios que desejam ter visibilidade na internet. Mas, para aparecer nas páginas de busca, os profissionais devem evitar o uso das ações chamadas de Black Hat SEO.

Na prática, essas técnicas são formas de obter destaque nos buscadores, como o Google. Entretanto, as estratégias aplicadas têm o objetivo de atrapalhar os algoritmos e chegar até as posições iniciais do site de pesquisas.

Muitos profissionais que desejam ter resultados rápidos apostam no Black Hat. Porém, saiba que o Google, por sua vez, possui ferramentas avançadas que afetam os conteúdos com esses tipos de otimização.

Quer saber como evitar o Black Hat em SEO no marketing jurídico? Conheça as práticas que podem prejudicar as páginas e entenda mais sobre este tipo de otimização.

Como funciona o Black Hat SEO?

Os acessos orgânicos trazem credibilidade para os sites, já que as páginas podem conseguir maior visibilidade nas pesquisas. Por isso, as técnicas de SEO são indispensáveis no marketing de conteúdo.

Embora as empresas tenham dificuldades para ranquear nos primeiros meses, é necessário ter paciência e investir na construção e oferecimento de conteúdos ricos.

Entretanto, para conseguir resultados em menor tempo e aparecer nas primeiras posições do Google, alguns negócios apostam em estratégias para driblar os algoritmos.

O Black Hat SEO consiste em práticas irregulares para conseguir um bom ranqueamento nas buscas. Ou seja, as técnicas são aplicadas para enganar o Google, fazendo com que ele apresente as páginas em boas colocações.

Essas estratégias consistem em ações desonestas. Por esta razão, o Google pode penalizar os sites, deixando-os mais distantes das páginas iniciais de busca ou retirando o conteúdo dos resultados de pesquisa.

Com o aprimoramento dos algoritmos, as técnicas acabam identificadas com facilidade. Por isso, não vale a pena utilizar os meios para enganar o ranqueamento e ficar em melhores posições no Google.

Contudo, para quem pretende dar os primeiros passos no marketing de conteúdo, a melhor alternativa é seguir as boas práticas de SEO. No marketing, elas possuem o nome de White Hat SEO.

Quais técnicas de Black Hat SEO não utilizar no marketing jurídico?

As técnicas de Black Hat são prejudiciais para as ações de marketing de conteúdo, porque elas estão sujeitas a penalizações do Google e de outros buscadores.

Mas, no dia a dia, o que evitar para não prejudicar a visibilidade no Google? E quais estratégias são irregulares para destacar os conteúdos no marketing jurídico digital?

Conheça abaixo as principais técnicas que podem prejudicar o ranqueamento de artigos e a estratégia de marketing jurídico!

1. Link farm (Fazenda de links)

Alguns negócios apostam todas as fichas no tráfego orgânico, mas fazem isso de maneira incorreta. Entre as estratégias irregulares está a criação de link farm, ou seja, uma fazenda de links para direcionar tráfego até um site determinado.

Basicamente, a estratégia corresponde à criação de sites, onde ocorrem a linkagem para um determinada página de destino. Desse modo, o objetivo principal é gerar tráfego e ampliar a visibilidade da página em questão.

Mesmo que pareça, de certo modo, um bom caminho para conseguir acessos até determinado site, o link farm é facilmente identificado pelo Google. Logo, se for notado, os sites que fazem o envio dos links podem ser penalizados pela empresa.

A melhor alternativa é adicionar apenas conteúdos que sejam seguros e estejam em sincronia com a palavra-chave abordada. Caso contrário, a linkagem terá efeitos negativos.

2. Conteúdo oculto no site

Para conseguir um bom ranqueamento, alguns sites acabam incluindo conteúdos escondidos em sua estrutura. Dessa forma, quem acessa-os não consegue localizar esses trechos, mas que acabam sendo monitorados pelos buscadores.

Essa tática é aplicada para que, mesmo escondidos, os conteúdos sejam mapeados e considerados pelos motores de busca. Por isso, os responsáveis pela tática incluem recursos, como palavras-chave, em tamanhos minúsculos ou nas mesmas cores do layout.

Aparentemente, esses recursos não aparecem para os visitantes, mas os algoritmos presentes no Google, por exemplo, conseguem detectar o conteúdo oculto e penalizá-lo. Portanto, não é indicado incluir ou ocultar conteúdos apenas para favorecer a presença nos motores de busca.

3. Unrelated Keywords

Entre as técnicas de Black Hat SEO está a inclusão de palavras-chave sem contexto ao segmento do site. Nesse sentido, elas são incluídas apenas para ter chances de indexação, sem qualquer ligação com o tema abordado.

O nome dessa prática é Unrelated Keywords, em tradução para a língua portuguesa, o termo significa palavras-chave não relacionadas.

Em um artigo sobre Direito Tributário, por exemplo, não faz sentido adicionar palavras-chave relacionadas ao campo da medicina ou da pesquisa científica apenas por ter bons volumes de busca.

No planejamento de conteúdo, os advogados devem utilizar palavras-chave que tenham ligação com a sua área de atuação ou de segmentos próximos. Isso aproxima o público, mas também contribui para as boas práticas de SEO.

4. Keyword stuffing

Um dos pilares do marketing de conteúdo são as palavras-chave. A inclusão dos termos contribuem para o ranqueamento da página, favorecendo a visibilidade nos motores de busca.

Entretanto, os termos precisam ser usados com certo equilíbrio para que o Google não entenda como uma estratégia para alcançar as melhores posições em seu site.

Mesmo com essa regra, alguns negócios adicionam palavras-chave em excesso para destacar um artigo ou página específica. A estratégia em si tem o nome de Keyword Stuffing e é um Black Hat de SEO.

A alta incidência de palavras-chave no texto favorece penalizações do Google. Desse modo, os redatores devem se policiar para evitar quedas de acesso e utilizar sinônimos ou palavras similares.

Além disso, o Google também preza por uma escrita natural e organizada. Logo, não coloque a palavra-chave como o único foco do seu texto.

5. Conteúdo duplicado

Os conteúdos originais saem na frente quando o assunto é ranqueamento, principalmente no Google. O buscador considera os conteúdos que não tenham sido copiados por outros criadores.

Os algoritmos presentes na plataforma de pesquisa identificam os conteúdos que sejam iguais. Caso seja identificado semelhanças nos sites, o Google dará prioridade à página mais antiga.

No momento de produzir artigos, os advogados devem buscar informações ricas, que esclareçam pontos sobre um determinado ponto para os leitores, mas também priorizar o desenvolvimento de conteúdos originais.

Durante a criação de artigos e posts para as redes sociais, busque informar as fontes de origem dos dados. Este hábito também traz credibilidade para os conteúdos produzidos.

6. Cloaked Pages

Para enganar os mecanismos de busca, alguns negócios chegam a alterar o IP da página com o objetivo de favorecer o site no ranqueamento.

A técnica de Cloaked Pages consiste na criação de duas páginas no mesmo domínio, onde uma é pensada para a experiência do usuário, enquanto a outra é otimizada para os motores de busca.

Na prática, os robôs localizam uma página com recursos otimizados, desenvolvida para conseguir as melhores posições no Google. Os usuários, por sua vez, encontram o mesmo site, só que com condições de navegação adaptadas.

Em resumo, o Cloaked Pages é uma estratégia de SEO classificada como Black Hat, pois entende-se que um único site deve conter aspectos que favoreçam o ranqueamento, mas que também apresentem uma excelente navegação para o usuário.

7. Doorway Pages (Páginas de entrada)

As páginas de entrada, ou Doorway Pages, caracterizam a criação de páginas unicamente para ranquear palavras-chave. Dessa forma, os conteúdos são produzidos apenas para atrair usuários interessados nos termos, sem qualquer cuidado em responder a dúvida.

Nessas páginas, os visitantes costumam encontrar uma incidência maior da palavra-chave, mas sem uma resposta objetiva para suas dúvidas.

Contudo, o Google já oferece algoritmos que diminuam a execução dessa prática e favoreçam o ranqueamento de conteúdos que respondam, de fato, as dúvidas do usuário.

8. Links pagos

A troca de links otimizados pode favorecer determinadas páginas, porém, a técnica deve ser aplicada com o devido cuidado. O Google, por exemplo, não vê com bons olhos a inclusão de links mediante pagamentos.

Embora seja difícil identificar essa técnica de Black Hat, os algoritmos de mecanismos de busca, como o Google, conseguem avaliar o segmento da página linkada. Logo, é possível verificar se há conexão entre ambas.

Por isso, no momento de inserir links pagos nos textos, observe se ambos estão configurados com os atributos rel=”nofollow” ou rel=”sponsored”. Além disso, evite a linkagem excessiva ao longo dos artigos.

9. Spam em comentários

O compartilhamento de links em comentários, principalmente nas redes sociais e blogs, é uma estratégia incorreta. Desse modo, o uso de ferramentas que ajudem nessa prática não é recomendável.

Para obter tráfego, os usuários costumam inserir links com uma espécie de apresentação sobre um produto ou ferramenta. Entretanto, indica-se que a linkagem deve ser feita apenas para se houver relação com a página em questão e com a devida autorização do responsável pelo perfil.

Quais são as penalidades do Google para o Black Hat SEO?

As penalizações aplicadas pelo Google para usuários que fazem ações de Black Hat costumam girar em torno da queda de posições. Nesse sentido, a proporção da queda varia de acordo com a prática utilizada.

Em casos graves, a página pode ser banida do Google. Assim, o site terá quedas de tráfego, já que boa parte dos acessos vêm diretamente da plataforma.

Para observar se o site foi punido de alguma forma, acesse o Google Search Console e verifique se não há mensagens ou notificações. Existem ainda outras plataformas de análise, como o Ahrefs e o Majestic SEO.

Percebeu que algum site está utilizando as práticas de Black Hat SEO? Informe ao Google sobre as práticas utilizadas e aguarde a análise da empresa. Isso pode ajudar a diminuir os impactos negativos causados pelos sites.

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